Comparação com Outros Formatos

audiocompression
Fonte: http://www.videograbber.net/compress-audio-file.html

Formatos digitais de áudio se dividem basicamente em dois grupos: não comprimidos e comprimidos.

Os formatos mais comuns, segundo Amoroso (2011), são:

Não Comprimidos:

CDDA (Compact Disc Digital Audio) – é utilizado em um CD de áudio, que suporta até 80 minutos.

WAV (Waveform Audio File Format) – foi desenvolvido pela Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs. Pela qualidade máxima, é indicado para edições, mixagens e trabalhos profissionais.

AIFF (Audio Interchangeable File Format) – a Apple o desenvolveu baseada em uma tecnologia da Electronic Arts. A lista de tocadores compatíveis é um pouco menor que o formato WAV.

Compressão sem perda de qualidade: há formatos que conseguem comprimir dados sem sacrificar qualidade e são como uma ponte entre qualidade e comodismo.

FLAC (Free Lossless Audio Codec) – como afirmam os desenvolvedores, é como se fosse um ZIP, porém feito especificamente para áudio e com a vantagem de poder ser executado em vários players. Uma vantagem do formato é que é possível ripar um CD em um único arquivo, e utilizar o cue sheet para dividir as faixas. O player ou gravador, neste caso, precisa ser compatível com a extensão CUE.

APE (Monkey Lossless Audio File) – também se descreve como um ZIP para músicas. Em comparação com FLAC, apresenta melhores índices de compressão, porém requer mais recursos de processamento.

ALAC (Apple Lossless Encoder) – formato da Apple presente em vídeos MP4.

Comprimidos:

OGG (OGG Vorbis) – melhores taxas de compressão que o MP3. Porém, a explosão do MP3 faz com que o suporte e a divulgação para OGG encontre muitas dificuldades. Além disso, o fato de ser código aberto dificulta a padronização do formato. Foi desenvolvido para substituir completamente todos os formatos patenteados e proprietários. O MP3 é uma extensão proprietária, e esse é o atrativo que o OGG tenta chamar em artistas e gravadoras. De uns tempos para cá, o OGG vem sendo consideravelmente utilizado em jogos.

AAC (Advanced Audio Coding) – é considerado o mais forte concorrente do MP3 e foi popularizado pela Apple, que aderiu ao formato no iPod e no iTunes, até mesmo vendendo os arquivos de áudio da loja nesse formato, em detrimento ao MP3. Testes mostram que o formato AAC têm mais flexibilidade do que o MP3, como consequência maior qualidade de compressão.

WMA (Windows Media Audio) – Formato da Microsoft, ele tem habilidades de cópias com proteção de conteúdo, em resposta aos problemas de distribuição que polemizam o MP3. O WMA surgiu com a promessa de criar arquivos equivalentes a MP3 com metade do tamanho, porém não vingou.

Conclusão: o MP3 é o mais conhecido porque aliou tamanho pequeno com qualidade boa e se espalhou incontrolavelmente. A partir daí, ganhou um público fiel. No entanto, não quer dizer que ele é o melhor.

Fonte: <http://www.tecmundo.com.br/audio/7945-saiba-quais-sao-as-principais-diferencas-entre-formatos-de-audio.htm>

Ainda tentaram melhorar o formato MP3, criando o MP3Pro (reduzindo tamanho) e o MP3HD (aumentando qualidade), mas não se popularizaram.

De acordo com Almeida (2010):

MP3 – Música
MP4 – Vídeo
MP5 – Câmera
MP6 – Celular
MP7 – Rádio
MP8 – Jogos
MP9 – TV
MP10 – Dual-SIM
MP11 – Tela de Toque
MP12 – Bluetooth
MP13 – Wi-Fi
MP14 – GPS
MP15 – Faz café (especulação)
MP16 – Leva o cachorro para passear (especulação)

Fonte: <http://minilua.com/diferenca-entre-mp3-mp4-mp5-mp6-mp7-mp8-mp9-mp10/>

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